segunda-feira, 16 de junho de 2014

A PERSPECTIVA BÍBLICA SOBRE A INFLUÊNCIA DA SOCIEDADE PÓS-MODERNA NA IGREJA E NA EDUCAÇÃO CRISTÃ

Ontem estive compartilhando com a Igreja Batista em San Martin sobre este assunto, por ocasião do Dia da Educação Cristã.

Disponho aqui os slides utilizados para os que solicitaram e para demais interessados:































quinta-feira, 1 de maio de 2014

FATORES DE RISCO PARA O DESENVOLVIMENTO DE LESÕES MUSCULOESQUELÉTICAS EM PIANISTAS

(retirado de <http://www.ebah.com.br/content/ABAAAfhScAG/lesoes-musculo-esqueleticas>)


Não tenho a pretensão de fazer textos acadêmicos neste blog, mas sim, levantar pontos de discussão e reflexão, primeiramente pessoais, mas que se estendem aos meus amigos, parentes, alunos, colegas de profissão, irmãos de fé e qualquer outro interessado.

É neste sentido que, continuando o tema de Lesões Musculoesqueléticas em Pianistas, passo a pontuar os fatores de risco para o seu desenvolvimento:

1 - Sexo Feminino
Chocado? Antes que os pensamentos de "preconceito" ou "discriminação" apareçam, as pesquisas confirmam que o sexo feminino é mais propenso a desenvolver lesões musculoesqueléticas, pois possui menos tônus e força muscular do que o sexo masculino.

2 - Variações anatômicas
Além da questão do gênero, algumas características físicas podem contribuir para o desenvolvimento de  lesões musculoesqueléticas, como alterações na coluna, hipermobilidade articular, artrite reumatóide, distonia, etc...
   
3 - Idade
Quando somos jovens nosso corpo aguenta certos esforços mesmo se não estivermos nos cuidando direito, mas depois dos 35 ou 40 anos a situação muda. Você já ouviu alguém dessa idade dizer - "mas antes eu fazia isso e não sentia nada"? O tempo passa... E a resistência muscular diminui... É fato. 

4 - Estudar demais
Muita gente já ouviu que para ser pianista tem que estudar 8hs por dia, mas isso é um risco muito alto. É verdade que o piano exige muito estudo ou treino, mas estudar ininterruptamente por horas a fio é um fator de alto risco.

5 - Aumento repentino de tempo no piano
Se o pianista costuma estudar/tocar 3hs por dia e, de uma hora pra outra, passa à 6 ou 7hs, estará em grande risco de desenvolver  lesões musculoesqueléticas. Seja pelo aumento da vontade ou necessidade de treinar mais, ou por compromissos profissionais, mudar a rotina drasticamente para um esforço maior é extremamente perigoso. 

6 - Permanecer na mesma posição por muito tempo
Complementando os dois itens anteriores, estudos relacionam a permanência prolongada na posição sentada com o desenvolvimento de  lesões musculoesqueléticas, tanto em músicos, como em trabalhadores de setores administrativos, e outros. Nosso corpo foi feito para estar em movimento, por isso, toda permanência em uma posição estática levará fatidicamente a problemas físicos.

7 - Sedentarismo
A vida do pianista é permanecer sentado tocando e muitos são tão apaixonados pelo que fazem que não fazem mais nada além disso. O perigo é: existe uma cultura de que música é lazer e, portanto, fazer música não é visto como esforço físico. Na realidade, ser pianista é uma profissão com altas demandas físicas (e psicológicas) e por isso o pianista deve ser visto como um atleta de alto nível. As exigências físicas são altas e, não havendo uma preparação física anterior e contínua, o corpo não estará em condições para suportar a atividade, gerando dores e inflamações que, se não cuidadas, se tornarão  lesões musculoesqueléticas.    

8 - Excesso de ansiedade e tensão
Muitos músicos, estudantes principalmente, possuem um medo tal das apresentações, recitais e concertos que os leva a desenvolver ansiedade e tensão muscular.  Faz parte da personalidade do músico ser perfeccionista e assim exigir dos demais, desta forma, a alta cobrança da profissão contribui para tensões. Alguns músicos profissionais chegam a tomar ansiolíticos para enfrentar seus compromissos! Assim, se o músico não aprender a lidar com essas questões, as tensões geradas podem progredir para uma  lesão musculoesquelética.

9 - Dificuldade técnico-musical
Tanto a técnica errada, advinda do mau ensino ou da fase em que o aluno ainda está buscando apreendê-la, como uma peça ou repertório muito acima do nível técnico do aluno ou de grande dificuldade para o pianista, são fatores de risco para o desenvolvimento de  lesões musculoesqueléticas.

10 - Mudança de professor
Existem várias correntes técnicas pianísticas, portanto é quase certo que professores diferentes tenham técnicas diferentes. A questão é que o aluno, ao mudar de professor, terá de fazer novas adaptações na sua forma de tocar. Quando essas são poucas, ótimo. Mas quando exigem uma grande ruptura com o que já estava assimilado então o risco de  lesão musculoesquelética é alto.
A mesma lógica serve para aqueles que possuem dois ou três professores de piano ao mesmo tempo. As exigências serão diferentes, provocando adaptações até de aula pra aula. O corpo, com certeza, reclamará. 


Finalizando, cabe ao pianista administrar esses fatores de risco em sua própria vida e lembrar sempre que dor é sinal de que algo não está bem no nosso corpo. Ao primeiro sinal, reveja sua práticas e cuide-se!! 

Sugestão de leitura
Não irei dar aqui todas as referências bibliográficas que tenho lido sobre o assunto, mas recomendar apenas uma leitura:

FRANK, A; MÜHLEN, C. A. Queixas musculoesqueléticas em músicos: prevalência e fatores de risco.  Revista Brasileira de Reumatologia, v. 47, n.3, p. 188-196, mai.-jun, 2007. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0482-50042007000300008&script=sci_arttext&tlng=es>. 

     

    

  

segunda-feira, 31 de março de 2014

LESÕES MUSCULOESQUELÉTICAS NA ATIVIDADE PIANÍSTICA - RELATO DE CASO

(imagem retirada de http://vidaseverdades.blogspot.com.br)
Observando queixas de alunos e suas rotinas de estudo, tenho me empenhado em conversar, no intuito de desenvolver a conscientização sobre os riscos da atividade pianística.

Confesso que a questão somente passou a ter a devida importância após acometer a mim mesma, e por isso, passo a descrever resumidamente o meu próprio caso:

Pianista profissional com longos anos de experiência, me descuidei, relaxando em relação à manutenção de uma atividade física. Após alguns anos, comecei a sentir uma espécie de queimor ocasional nos músculos das costas (lateral direita).

Uma vez... Duas vezes... Assim que notei que os espaços entre os queimores estavam diminuindo procurei ajuda médica  Infelizmente, por mais que se tenha um bom plano de saúde, e a indicação de médicos, passei dois anos sendo acompanhada por ortopedistas que apenas diziam ser um problema muscular. A conduta era sempre a mesma - remédios (ou injeção no músculo), fisioterapia e a indicação de ir para a academia fazer musculação após passar o queimor.

Como o queimor diminuía com os remédios, mas não era eliminado totalmente, concluí (por conta própria) que não devia "ir pra academia", com medo de piorar a sensação.

Troquei de médico várias vezes... Os queimores viraram dores... Eu mesma solicitei uma ressonância magnética e recebi o parecer que nada havia na minha coluna que pudesse causar os transtornos.

Finalmente, com um súbito aumento da atividade pianística, todos os músculos do lado direito das costas literalmente travaram! Dores insuportáveis (até pra quem, como eu, tem um limiar alto de dor) e incapacitantes de qualquer atividade com o braço direito (não só a pianística)!

Mais uma troca de médico, desta vez de forma urgente, e a constatação de que, pela falta de atividade física por vários anos, os músculos tornaram-se fracos para a exigência da atividade pianística, acrescida da atividade como regente. Essa fraqueza muscular não segurou a coluna no lugar certo, por isso, haviam, sim, alterações que contribuíam para o desenvolvimento do quadro - retificação na cervical, protusão discal, curvatura contrária nas últimas vértebras. Segundo o novo especialista médico, minha coluna havia se moldado à minha postura como pianista (sempre sentada e ereta), e se eu houvesse obedecido as recomendações anteriores e estivesse tentando fortalecer a musculatura em uma academia, a situação teria se agravado muito mais.

Desde então, há dois anos, venho passando por um processo lento de reabilitação, ainda não completo, que incluiu ou inclui:

  • remédios (em um primeiro momento);
  • fisioterapia de analgesia;         
  • acupuntura;
  • RPG (técnica fisioterápica de reeducação postural global);
  • Pilates (exercício físico baseado na respiração, equilíbrio, alongamento e desenvolvimento do tônus).


Houve alguns meses que precisei parar com todas as minhas atividades... No momento de maior crise pensei que jamais teria condições de tocar novamente... Mesmo com os anos que perdi sendo mal orientada e a situação agravada, os tratamentos tem trazido evolução.


Muita paciência é necessária - somente em novembro de 2013 fui liberada para começar uma atividade física, o Pilates, mas apenas uma vez por semana, com as cargas mais leves, que o corpo vá se fortalecendo sem agravar o quadro já instalado. 

Muitas mudanças foram necessárias - de pensamento, de atitude, de rotina, de consciência! Por isso, esse relato deve servir para reflexão, fomentando uma autoavaliação de sua atividade pianística e de toda a sua condição física, seja como aluno, seja como profissional.

Com os devidos ajustes e cuidados, eu continuo pianista. Graças a Deus, pois não saberia viver sem o meu piano! Mas o fim desse relato poderia ser diferente... 


Reflexão e autoavaliação - o primeiro passo!

quinta-feira, 27 de março de 2014

CRÔNICA DE MARÇO

Imagem retirada de www.focandoanoticia.com.br
Crônica é a dor que persiste por mais de 3 meses, e eu tenho duas. A primeira já dura onze anos, a segunda apenas um, mas ambas crônicas de saudades que se juntam em março.

Saudade não se descreve, se sente, e notoriamente o sentimento carrega consigo lembranças e dor. 

Março traz as lembranças dos abraços, beijos, festas surpresas e presentes por ocasião do aniversário do meu pai. Lembranças felizes de alguém com quem convivi o suficiente para guardar todas elas no lugar mais especial da minha alma. Lembranças felizes que trazem a saudade, e a saudade carrega consigo a dor da ausência.

Março traz também as lembranças do falecimento da minha filha. Lembranças das sensações que ela me proporcionou enquanto estava em meu ventre, e que guardo no mesmo lugar especial. Lembranças de quem não vi, mas que sua ausência me traz uma dor infinita.

Um março de dores crônicas, diferentes e iguais, que sinto na alma e no corpo cansado, dolorido, mesmo sem esforço. Dores que vejo surgir em outros, e somam-se às minhas, por saber e entender o que sentem e ainda sentirão.

Março está terminando, e então vem o abril, carregado da maior de todas as dores - a dor de Jesus Cristo ao morrer na cruz do Calvário. Dor maior não houve, não há e jamais haverá! Ele levou sobre si todas as nossas enfermidades e pecados! Ele sabe o que é sofrer! A dor da perda de um grande amigo, quando chorou por Lázaro... A dor da morte de um filho, sendo Ele o Deus Triúno... A dor da ausência de tantos filhos e criaturas que não vivem um relacionamento diário com Ele... A dor inigualável da Via Crucis do justo pelos injustos...

O castigo que nos traz a paz estava sobre Ele, e é por isso que abril sempre vem, abrindo as despensas celestes da paz através da ressurreição de Cristo. O que seria de nós se não fosse essa esperança? Aqueles que se tornaram filhos de Deus, aceitando a dor de seu filho na cruz como único e suficiente sacrifício pelos nossos erros, serão com Ele ressuscitados para a vida eterna. A morte foi vencida por Ele para nós!

Um dia os céus se abrirão, ou para a nossa passagem deste mundo cheio de dores para a vida eterna com Deus, ou para o retorno triunfante do Rei Jesus. Quem sabe não será num mês de abril?

"E Deus limpará de seus olhos toda a lágrima; e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas" (Apocalipse 21.4).

Que venha abril! Me mostrando que ainda tenho que viver... Me lembrando da esperança: um dia estaremos todos juntos na presença do meu Deus, sem dores, louvando, adorando e convivendo juntos por toda uma eternidade feliz!    

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

GASTANDO OU INVESTINDO TEMPO NA PRESENÇA DO SENHOR

Algumas pessoas passam horas assistindo filmes...
Outras ouvindo música...
Outras assistindo jogos...

Há ainda os que passam horas trabalhando (fora do horário de expediente)...
Outros estudando...
Outros nas academias, malhando...

A verdade é que GASTAMOS tempo naquilo que de alguma forma nos incomoda, ou que não gostamos, ou que não é prioridade, contando os minutos para que aquela atividade termine;
e INVESTIMOS tempo naquilo que nos agrada, ou que consideramos prioritário, ou que nos levará a um novo patamar de vida (mesmo que a longo prazo), e ao fim, queremos um pouco dele para permanecer fazendo a mesma atividade.
                                                  
(imagem retirada de http://super.abril.com.br)

E o tempo na presença do Senhor? 
Está na categoria de "gasto" ou de "investimento"?

Certa vez o apóstolo Paulo discursou num culto de ceia até meia-noite, tanto que um jovem chamado Êutico dormiu, caiu do terceiro andar e morreu (Atos 20.7-12). Pensam que o culto acabou? Não! Paulo ressuscitou o jovem e continuou discursando até a alvorada, com todos presentes!

No A.T. algumas celebrações na presença de Deus duravam dias, até mais de uma semana, com todo o povo de Israel, sacerdotes e levitas participando (ex: II Cr 7.6-10).

Que falar daqueles que estavam presentes e em pé enquanto Esdras lia o Livro da Lei de Deus desde a alva até o meio-dia (Ne 8.1-12)? Ou dos que ouviram Jesus proferir o sermão da montanha (Mt 5 a 7), ou o sermão profético (Mt 24 e 25)?

Quando estar na presença do Senhor for algo que nos agrade mais do que outras atividades, for considerado por cada um de nós como prioritário e entendido na prática como algo que nos levará a um novo patamar de vida, então...
...o tempo não mais será gasto, mas sim investido;
...não faltará tempo para nossas devocionais diárias;
...as "vigílias" de oração deixarão de ser das 22hs às 00hs;
...celebraremos na presença do Senhor como celebramos em casamentos e festas de aniversários;
...ouviremos atentamente a explanação da Palavra de Deus como quem assiste uma aula de preparatório para concursos.

"A minha alma está desejosa, e desfalece pelos átrios do Senhor; o meu coração e a minha carne clamam pelo Deus vivo. Porque vale mais um dia nos teus átrios do que mil. 
Preferiria estar à porta da casa do meu Deus, 
a habitar nas tendas dos ímpios" (Salmo 84.2,10).


terça-feira, 31 de dezembro de 2013

2013 - MEU TESTEMUNHO

2013 começou cheio de lutas e esperanças, que se findaram na morte de minha filha, Samara, nascida prematuramente no primeiro dia da 24a. semana.
A vida, e o ano, pareciam ter findado ali, mas...

Deus, aquele que dá o sopro da vida e define o dia da nossa morte, soberano em Sua onisciência, derramou a cada dia um pouco do Seu bálsamo curativo na minha alma.




E, de repente, lá estava eu...

...uma ex-cara-pintada, protestando nas ruas de Recife.



Pensei que jamais poderia cantar novamente, mas antes que pudesse fazer isso, em setembro estava tocando, acompanhando o aniversário de 80 anos do Coro da PIB do Cabo, sob a regência da MM Luziana Menezes.


No ano anterior só consegui tocar em um dos muitos recitais e eventos musicais agendados pro fim do ano, devido às fortes dores musculares, causadas por problemas na coluna (cervical).
Mas neste ano, não sem dores, mas de forma suportável, cheguei ao fim cumprindo todos os compromissos:


Acompanhamento ao Piano no 
Recital de Regência Coral da Jaciene Pessoa: 



Acompanhamento ao Piano no 
Recital de Composição da Laísa Feitoza:




 Acompanhamento ao Piano no 
Recital do Coro Sinfônico do STBNB:


Acompanhamento ao Piano e orientação de palco
no Recital de Canto Erudito da Lizandra Gonçalves:




Estive também com os irmãos da Primeira Igreja Batista de Campina Grande (PA), falando à igreja sobre "A Música Congregacional e sua Funcionalidade no Culto Contemporâneo":




Além desses, ainda pude concluir os trabalhos do ministério na Igreja Batista em San Martin:

Musical Natalino do Coro de Adolescentes
(arranjos meus e de meu maridão):

Culto Natalino com o Coro Feminino
(que também participou das celebrações de natal 
da Secretaria da Defesa Social do Estado de Pernambuco):


Ainda toquei na Cantata de Natal com Coro e Orquestra,
sob a regência do MM Gerônimo Brito - foi o primeiro natal que eu e meu amor tocamos juntos!


Abaixo de Deus, meu marido (Alexandre Campos) foi a pessoa mais presente em todos os momentos, e que me concedeu três viagens maravilhosas ao seu lado:

Aracaju (SE) - no fim da licença da morte de nossa filha 

BH (MG) e Cachoeiro (ES) - pra conhecer a família


João Pessoa (PA) - pra comemorar as bodas de algodão


Meu amor! Sempre me cobrindo de amor e segurança, me ajudando a enxergar as coisas boas e seguir em frente. Por falar em seguir em frente...
Nós dois, no encontro de pretendentes para a adoção!


Enfim, termino o ano agradecendo a Deus porque 2013...
...foi o ano em que Ele protegeu minha filha (Samara = protegida de Deus) de uma vida cheia de sofrimentos, levando-a para o céu, onde um dia irei encontrá-la;
...foi um ano de lutas e sofrimentos, mas que, em nenhum momento meu Grande Pastor (Deus) me deixou sozinha ao passar pelo vale da sombra da morte (só depois de muito tempo percebi que eu também poderia ter morrido...);
...foi o ano em que Deus, através da Samara, me deu de volta a convivência com meu irmão, Alexandre;
...foi o ano da família - tios e tias que se transformaram em pais e mães, primos e primas mais próximos, e o acréscimo da família maior do meu maridão;
...foi o ano de receber o carinho de amigos e irmãos em Cristo dos mais diversos lugares e igrejas;
...foi o ano que Ele me fez perceber algumas coisas, deixar outras (pra valorizar os princípios dos quais não abro mão), e colocar as coisas e pessoas em seus devidos lugares;
...foi o ano em que o tratamento da coluna começou a dar alguns resultados;
...foi o fim de ano em que Ele me deu a oportunidade de compartilhar minha experiência e o que Deus tem feito com uma jovem que também perdeu sua filhinha recentemente.

Realmente,
"...todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito". (Romanos 8.28)